A TODAS AS MÃES
Mães jovens, que sonham com o futuro dos filhos, pleno de realizações felizes;
Mães idosas, que rezam com fervor, pedindo aos filhos o que não lhes pode dar;
Mães saudáveis, que entregam suas melhores forças a cuidar de seus filhos queridos;
Mães enfermas, que superam suas dores para serenar a alma inquieta de seus filhos;
Mães felizes, que desfrutam a paz de acompanhar os filhos afirmados no bem;
Mães tristes, que visitam angustiadas os filhos surpreendidos no erro;
Mães de filhos saudáveis, que, no entanto, exigem dedicação e carinho;
Mães de filhos doentes, que exigem ainda mais dedicação e mais carinho;
Mães assistidas, que desfrutam o privilégio da gratidão de seus amores;
Mães abandonadas, que aguardam solitárias o dia do reencontro amoroso;
Mães cultas, que também podem usar o brilho do preparo intelectual;
Mães incultas, que dispõem, entretanto, da imensa sabedoria do coração;
Mães de muitos filhos, que desdobram a alma, multiplicando serviço e amor;
Mães sem filhos, não dispensadas de amar, que aguardam o retorno da maternidade;
Mães naturais, que amorosamente abraçam os filhos gerados em seu próprio corpo;
Mães adotivas, que decidiram amorosamente abraçar filhos gerados em corpo alheio;
Mães encarnadas, o amor convertido em presenças;
Mães desencarnadas, o amor presente convertido em lembranças;
A todas as mães que Deus nos deu para aprendermos a ser felizes, dedicamos a nossa justificada gratidão, pelas preciosas lições de amor que desveladamente ofereceram, quando aceitaram nossas vidas como parte de suas vidas.
Muito obrigado.
Que Deus as abençoe.
Fonte: Jornal Palavras de Luz, Nº 7 – Maio/2003:





